Este livro é uma conversa com uma mulher que passou décadas sorrindo por dentro da dor. Ela mantinha a agenda, retoicava a maquiagem no espelho do banheiro e dizia a todos que estava bem. Não estava. E se você está lendo isso, já conhece esse sentimento. Nestas páginas, ela te guia pelo diário que mudou tudo, pela menopausa que ninguém avisou, pelas noites sem dormir, pela tensão guardada nos ombros por vinte anos — e pelo lento e imperfeito processo de se tornar boa companhia para si mesma. E sobre amor. Amor de verdade. O tipo que só foi possível quando ela finalmente soube quem era. Maggie escreveu este livro porque ninguém o colocou nas mãos dela quando ela estava sentada no carro, na garagem, com o rádio desligado, só tentando respirar. Agora ela coloca nas suas.
Maggie, 72 anos
Me casei muito cedo, me divorciei duas vezes, criei dois filhos, cuidei de pais idosos, chorei em mais banheiros do que consigo lembrar, e fiquei sentada no carro na garagem com o rádio desligado só para respirar — enquanto convencia todo mundo de que estava bem. Aos 45, meu filho mais novo foi para a faculdade, meu segundo casamento acabou, e eu me vi sozinha numa casa silenciosa sem a menor ideia de quem eu era sem alguém precisando de mim. Aquele silêncio me apavorou. E também me salvou.
Comecei terapia aos 46. Comecei a escrever um diário. Comecei, bem devagar, a me tornar a mulher que eu havia enterrado sob décadas de ser agradável. Hoje, aos 72, vivo na Califórnia, viajo pela Europa, amo um homem que me ama inteira, e digo o que penso. Este livro é tudo o que escrevi em cadernos particulares por vinte anos — as coisas que eu queria que alguém tivesse me dito quando eu estava sentada naquela garagem. Minha neta encontrou esses cadernos e disse que outras mulheres precisavam lê-los. Ela tinha razão.
Porque você tem carregado coisas que nunca conseguiu explicar.
Quando o corpo muda e o senso de si mesma vai junto.
Entenda quando a lealdade se torna autoagressão.
Aprenda a diferença entre ficar e escolher.
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Quero Acesso Imediato
Este livro não vai te pedir para ser positiva. Não vai mandar você ser grata. Ele vai sentar do seu lado e dizer: eu te vejo. Eu já estive aí. E melhora sim — mas só quando você para de fingir que não dói.
Algumas coisas para você saber antes de pegar o livro.
Você passou décadas cuidando de todo mundo. Chegou a hora de começar a cuidar de você. Maggie escreveu este livro para a mulher que ela era aos 45: sobrecarregada, invisível, e convencida de que não tinha o direito de querer mais. Se isso soa familiar, este livro é seu.
Maggie Ashford